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Ação no HDT-UFT lembra o “Dia da não violência contra criança, adolescente e mulheres”

O psicólogo Carlos José Pereira de Sá e a assistente social Lívia Braga Vieira foram os profissionais convidados para conduzirem o diálogo sementes (metodologia no qual o convidado conta sua experiência) sobre o Dia da Não violência contra criança, adolescente e mulheres, nesta segunda-feira (30), no hall do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT-UFT). O evento foi aberto ao público e contou com a presença dos colaboradores e pacientes.


No encontro, Carlos trouxe para o debate vários exemplos dos casos que ele atendeu durante sua trajetória profissional, evidenciando a importância do contexto social em que a vítima é acometida por algum tipo de abuso, seja criança, adolescente ou mulher, para deste modo, proceder com o atendimento adequado para cada situação. “Os pacientes violentados por ato sexual ou libidinoso geralmente são passíveis de sérios transtornos e traumas, e precisam de um acompanhamento especial”, comentou o psicólogo do Centro Terapêutico de Araguaína.

Sobre os casos atendidos no HDT-UFT, a assistente social advertiu a respeito da necessidade dos profissionais terem um “olhar vigilante” para a identificação das situações em que se encaixe no perfil de violência e que estejam preparados para todos os procedimentos legais, como o direcionamento ao serviço social e posterior denúncia aos órgãos competentes.

Fluxo de atendimento no HDT-UFT

A chefe de divisão de gestão e cuidado, Zilene do Socorro Santa Brígida da Silva explica que o hospital atua na Rede de Atenção à Saúde no acompanhamento ambulatorial das pessoas em situação de violência sexual.

“Após 72 horas da intervenção feita pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou Hospital Regional de Araguaína, os usuários são encaminhados para o serviço de atenção especializada em HIV/Aids e hepatites virais do HDT-UFT, para prosseguimento dos casos. Em seguida, eles são acompanhados por uma equipe multidisciplinar, por um período médio de seis meses, quando são avaliados a profilaxia e os riscos de contaminação por IST (infecção sexualmente transmissível), HIV ou hepatite B e C”, relatou.

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